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Dr. Marcelo Cruz Ortopedia e Traumatologia

Dor crônica é um problema de saúde que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. O tratamento da dor crônica pode ser desafiador, especialmente quando se trata de encontrar opções eficazes que não envolvam medicamentos. Felizmente, existem tratamentos não-farmacológicos que podem ajudar a aliviar a dor crônica. Vamos dar uma olhada em algumas opções:

Fisioterapia
A fisioterapia é uma opção de tratamento não-farmacológico para a dor crônica. Os fisioterapeutas são treinados para ajudar os pacientes a fortalecer seus músculos e melhorar a flexibilidade, o que pode ajudar a reduzir a dor. A fisioterapia também pode incluir técnicas de massagem e terapia manual, que podem ajudar a liberar a tensão nos músculos e reduzir a dor.

Mindfulness e meditação
A meditação e o mindfulness podem ajudar a aliviar a dor crônica, ajudando os pacientes a relaxar e a se concentrar no presente. Isso pode reduzir a ansiedade e o estresse, que podem piorar a dor. A meditação também pode ajudar a melhorar o sono, o que pode levar a uma redução da dor.

Terapia cognitivo-comportamental
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ajudar a aliviar a dor crônica, ajudando os pacientes a mudar suas percepções e pensamentos sobre a dor. A TCC também pode ajudar os pacientes a desenvolver habilidades de enfrentamento e gerenciamento da dor, que podem ajudar a reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida.

Terapia por Ondas de Choque
A terapia por ondas de choque é um tratamento não invasivo que utiliza ondas acústicas de alta energia para tratar uma variedade de condições, incluindo dor crônica. Essas ondas de choque podem ajudar a estimular a cicatrização de tecidos e a reduzir a dor, melhorando a circulação sanguínea na área afetada.

Magnetoterapia
A magnetoterapia é um tratamento que usa campos magnéticos para tratar a dor crônica. Esses campos magnéticos podem ajudar a estimular a produção de células saudáveis e a reduzir a inflamação, resultando em uma redução significativa da dor crônica.

Atividade Física
Embora possa parecer contra-intuitivo, a atividade física pode ser um tratamento eficaz para a dor crônica. O exercício regular pode ajudar a melhorar a flexibilidade, força muscular e reduzir o estresse, o que pode levar a uma redução na dor crônica. Além disso, a atividade física libera endorfinas, que são neurotransmissores naturais que podem ajudar a aliviar a dor e melhorar o humor.

Estes são apenas alguns exemplos de tratamentos não-farmacológicos que podem ser úteis para gerenciar a dor crônica. Como sempre, é importante falar com seu médico antes de iniciar qualquer novo tratamento para determinar qual opção é a mais adequada para você.

As joelheiras são equipamentos de proteção essenciais para quem pratica atividades físicas, especialmente para quem pratica atividades de alto impacto que podem causar lesões nos joelhos. Existem diversos tipos de joelheiras disponíveis no mercado, mas neste artigo vamos apresentar os três principais tipos de joelheiras para atividades físicas.

Joelheira de compressão
A joelheira de compressão é um modelo mais simples de joelheira, feita de materiais elásticos que se ajustam ao formato do joelho. Esse tipo de joelheira é indicado para quem busca aliviar dores e desconfortos leves, proporcionando uma compressão suave e contínua na região do joelho. Além disso, a joelheira de compressão também ajuda a aumentar a circulação sanguínea na região, o que pode contribuir para uma recuperação mais rápida após atividades físicas intensas.
Veja mais neste vídeo que publiquei no Instagram: https://www.instagram.com/p/CqEaBoRjq_M/

Joelheira articulada ajustável
A joelheira articulada é um modelo mais robusto de joelheira, que possui articulações laterais que oferecem maior estabilidade e suporte às articulações do joelho e são ajustáveis, facilitando a colocação. Esse tipo de joelheira é indicado para quem já sofreu lesões no joelho ou tem problemas de instabilidade articular, pois oferece maior proteção contra impactos e torções e também para idosos ou pessoas que possuem artrose.
Veja mais neste vídeo que publiquei no Instagram: https://www.instagram.com/p/CqHAC-xjfNn/

Joelheira proprioceptiva
As joelheiras proprioceptivas são dispositivos que são projetados para ajudar a melhorar a propriocepção, ou seja, a capacidade do corpo de perceber e responder à posição, movimento e força das articulações. São geralmente feitas de materiais elásticos e possuem uma estrutura rígida que se encaixa na área ao redor do joelho. Essa estrutura rígida ajuda a proporcionar uma sensação de estabilidade ao joelho, permitindo que o usuário se mova com mais confiança e controle. A propriocepção é um fator importante na prevenção de lesões, especialmente em atletas e pessoas que participam de atividades físicas intensas. Ao melhorar a propriocepção do joelho, as joelheiras proprioceptivas podem ajudar a prevenir lesões e melhorar o desempenho durante atividades físicas.
Veja mais neste vídeo que publiquei no Instagram: https://www.instagram.com/p/CqJkjoVjp_z/

Vale ressaltar que esses tipos de joelheiras não são indicadas para todos os casos ou para todas as pessoas. É importante consultar um médico ou fisioterapeuta antes de usar uma joelheira ou qualquer outro dispositivo de suporte.

O estresse é uma parte comum da vida moderna e pode afetar a saúde de várias maneiras. No contexto da dor crônica, a exposição crônica ao estresse pode ser particularmente prejudicial. Estudos mostram que o estresse crônico pode levar a uma transição de dores agudas para crônicas, bem como à manutenção da dor e ao aumento da gravidade e frequência dos episódios de dor.

Além disso, a exposição crônica ao estresse também pode levar a flare-ups de dor (picos de dor) e à expansão dos campos receptivos, o que significa que a dor pode se espalhar para outras áreas do corpo. Esses efeitos são especialmente preocupantes para pessoas que sofrem de dor crônica, pois a dor constante pode afetar significativamente sua qualidade de vida.

Existem diferentes tipos de estresse que podem afetar a saúde física e emocional de uma pessoa. O estresse social e ambiental crônico pode incluir problemas em casa, no trabalho, problemas financeiros, isolamento social e outros fatores que afetam a vida cotidiana. O estresse fisiológico pode ser causado por doenças, lesões e outros problemas de saúde. Grandes eventos da vida, como luto, divórcio, abuso e mudanças importantes também podem ser estressantes.

O estresse crônico pode ter um efeito significativo na dor crônica, levando a transições entre dores agudas e crônicas, maior gravidade, flare-ups e expansão dos campos receptivos. Gerenciar os fatores emocionais negativos pode ajudar a reduzir a percepção da dor e melhorar a qualidade de vida de pessoas que sofrem de dor crônica. Se você está sofrendo de dor crônica, é importante conversar com seu médico sobre suas opções de tratamento e abordagens que podem ajudar a lidar com fatores emocionais associados.

A Condropatia Femoropatelar, também conhecida como síndrome da dor patelofemoral, é uma condição em que a cartilagem na articulação do joelho entre a patela (rótula) e o fêmur fica danificada ou desgastada. A condropatia femoropatelar é uma das principais causas de dor no joelho em adultos jovens, especialmente em mulheres.

Causas

As causas da condropatia femoropatelar podem incluir lesões na cartilagem, desalinhamento da patela, fraqueza muscular, atividades repetitivas e fatores genéticos. Alguns fatores de risco que aumentam a probabilidade de desenvolver a condropatia femoropatelar incluem:

- Sobrepeso ou obesidade, que podem aumentar a pressão sobre o joelho;
- Lesões prévias na cartilagem ou nos ligamentos do joelho;
- Atividades esportivas de alto impacto ou movimentos repetitivos que colocam pressão excessiva sobre o joelho;
- Desalinhamento da patela devido a fatores anatômicos ou musculares;
- Fatores genéticos que podem afetar a saúde da cartilagem.

Sintomas

Os sintomas da condropatia femoropatelar podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem dor na frente do joelho, atrás ou em torno da patela. A dor pode ser pior quando a pessoa se senta por muito tempo, sobe ou desce escadas, corre ou faz atividades que exigem flexão do joelho.

Além da dor, a condropatia femoropatelar também pode causar crepitação (ruído) ou sensação de raspagem ao dobrar ou esticar o joelho. Em casos mais graves, a pessoa pode sentir fraqueza no joelho e até mesmo ter dificuldade para caminhar.

Tratamentos

Existem várias opções de tratamento para a condropatia femoropatelar. O tratamento pode incluir uma combinação de repouso, medicamentos, fisioterapia e, em casos mais graves, cirurgia. Aqui estão algumas opções de tratamento:

Repouso: Em casos leves, o descanso pode ser suficiente para aliviar a dor. Isso pode envolver evitar atividades que exacerbem a dor, como correr ou subir escadas.

Medicamentos: Podem ajudar a aliviar a dor e a inflamação associada à condropatia femoropatelar.

Fisioterapia: A fisioterapia pode ajudar a fortalecer os músculos ao redor do joelho e melhorar a biomecânica da articulação. Isso pode envolver exercícios de alongamento e fortalecimento, bem como o uso de dispositivos de suporte, como órteses ou tornozeleiras.

Injeções: As injeções de corticoides ou ácido hialurônico podem ser usadas para aliviar a dor e a inflamação na articulação do joelho.

Cirurgia: Em casos graves, a cirurgia pode ser necessária para corrigir o problema. As opções de cirurgia incluem realinhamento patelar, artroscopia ou substituição da patela.

A condropatia femoropatelar pode ser uma condição dolorosa e debilitante, mas há várias opções de tratamento disponíveis. Se você está enfrentando dor no joelho, é importante procurar um médico ortopedista para um diagnóstico preciso e opções de tratamento personalizadas para você. Com o tratamento adequado, a maioria das pessoas com condropatia femoropatelar pode encontrar alívio da dor e retornar às atividades.

A dor crônica é uma condição de saúde que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Trata-se de uma dor persistente, que pode durar semanas, meses ou até anos. Embora a dor crônica seja uma condição comum, muitas pessoas ainda têm uma compreensão equivocada sobre ela. Abaixo, vamos discutir alguns mitos comuns sobre a dor crônica que precisam ser desvendados.

Mito 1: A dor crônica é apenas uma questão de fraqueza mental ou falta de força de vontade.

A dor crônica não é uma questão de fraqueza mental ou falta de força de vontade. Trata-se de uma condição médica complexa que pode ter diversas causas, incluindo lesões, doenças crônicas, disfunções musculares e nervosas, entre outras. Embora o aspecto emocional possa influenciar a percepção da dor, a dor crônica é uma condição física real que precisa ser tratada por um médico especializado.

Mito 2: A dor crônica é apenas uma questão de envelhecimento.

Embora seja verdade que a dor crônica seja mais comum em pessoas mais velhas, isso não significa que a dor crônica seja uma consequência inevitável do envelhecimento. A dor crônica pode afetar pessoas de todas as idades e pode ter diversas causas, incluindo lesões, doenças crônicas, disfunções musculares e nervosas, entre outras. Portanto, é importante buscar ajuda médica se você está sofrendo de dor crônica, independentemente da sua idade.

Mito 3: A dor crônica pode ser curada com medicação.

Embora os medicamentos possam ser úteis para aliviar a dor crônica, eles não são uma cura para a condição. Na verdade, o uso prolongado de analgésicos pode levar a efeitos colaterais prejudiciais e até mesmo a dependência. O tratamento da dor crônica deve ser abordado de forma multifacetada, incluindo terapias não medicamentosas.

Mito 4: Se eu não sentir dor, significa que estou curado.

A ausência de dor não significa necessariamente que você está curado da dor crônica. A dor crônica é uma condição complexa e multifacetada que pode envolver diversas causas e sintomas. Além disso, o tratamento da dor crônica pode levar tempo e envolver várias abordagens terapêuticas. Portanto, é importante continuar acompanhando um médico especializado e buscar tratamentos adequados, mesmo que a dor diminua ou desapareça temporariamente.

Conclusão

A dor crônica é uma condição médica complexa que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. É importante esclarecer os mitos comuns relacionados à dor crônica para que as pessoas possam entender melhor a condição e buscar tratamentos adequados. Se você está sofrendo de dor crônica, não hesite em procurar ajuda médica.

A fibromialgia é uma condição crônica de dor musculoesquelética que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Embora seja comum, muitos ainda desconhecem a condição e as formas de tratamento disponíveis.

Durante o mês de fevereiro, é celebrado o Fevereiro Roxo, um mês de conscientização sobre a fibromialgia. Este é o momento ideal para aprender mais sobre a condição e compreender como ela afeta a vida das pessoas que a sofrem.

A fibromialgia é caracterizada por dor crônica, fadiga, sono inadequado, dificuldade para concentrar-se (ou fadiga cognitiva) e outros sintomas. Embora a causa exata da fibromialgia ainda seja desconhecida, acredita-se que fatores como lesões, doenças, estresse e problemas de saúde mental possam desempenhar um papel.

Felizmente, existem tratamentos disponíveis para ajudar a aliviar os sintomas da fibromialgia. Isso inclui medicamentos, terapia física, terapia ocupacional e psicológica, bem como abordagens complementares. É importante que cada indivíduo encontre o tratamento que funcione melhor para si, já que a fibromialgia pode ser diferente para cada pessoa.

Além disso, o envolvimento ativo do paciente é fundamental no tratamento da fibromialgia. Isso inclui a educação sobre a condição, o planejamento de metas realistas e a participação em atividades de autogerenciamento da dor. Quando o paciente é envolvido ativamente no seu próprio tratamento, ele tem mais chances de lidar bem com a dor e melhorar sua qualidade de vida.

Por fim, é importante destacar que o trabalho em equipe entre o paciente, o médico e outros profissionais de saúde é fundamental no tratamento da fibromialgia. Quando todos trabalham juntos, é mais provável que o paciente alcance seus objetivos de tratamento e sinta alívio da dor.

Se quiser saber mais sobre fibromialgia e dor crônica, acesse: drmarcelocruz.med.br/dor-cronica

A dor crônica é uma condição debilitante que pode afetar a qualidade de vida de uma pessoa. Ela pode ser causada por uma série de fatores, incluindo lesões, doenças e problemas de saúde mental. Embora muitas pessoas acreditem que a dor crônica é algo que simplesmente precisa ser suportado, o tratamento é crucial para ajudar a aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Existem vários tipos de tratamentos disponíveis para pessoas com dor crônica, incluindo medicamentos, terapia física, terapia ocupacional e psicológica. Além disso, muitas pessoas encontram alívio através de abordagens complementares, como ioga, meditação e acupuntura. É importante encontrar o tratamento que funciona melhor para cada indivíduo, já que a dor crônica pode ser diferente para cada indivíduo.

Um dos aspectos importantes do tratamento da dor crônica é o envolvimento ativo do paciente. Isso inclui educação sobre a condição, planejamento de metas realistas e participação em atividades de autogerenciamento da dor. Quando o paciente é envolvido ativamente no seu próprio tratamento, ele pode ter mais sucesso em lidar com a dor e melhorar sua qualidade de vida.

Outro aspecto importante do tratamento da dor crônica é o trabalho em equipe entre o paciente, o médico e outros profissionais de saúde. Quando todos trabalham juntos, é mais provável que o paciente alcance seus objetivos de tratamento e sinta alívio da dor. Além disso, o trabalho em equipe pode ajudar a identificar e abordar problemas adicionais que possam estar contribuindo para a dor crônica.

Se quiser saber mais sobre dor crônica, acesse drmarcelocruz.med.br/dor-cronica/

A dor crônica afeta significativamente a qualidade de vida de quem a possui, comprometendo sua capacidade de realizar tarefas diárias e até mesmo limitando suas atividades sociais e profissionais.

Para amenizar o impacto deste desconforto, muitas pessoas optam pelo autotratamento, abusando do uso de analgésicos, relaxantes musculares e outros medicamentos sem orientação médica. Mas é importante ressaltar que o uso desses medicamentos pode causar efeitos colaterais indesejados, maquiar a origem real da dor e até mesmo agravar o quadro de dor crônica ao longo do tempo.

Para o tratamento correto da dor crônica, é importante buscar orientação médica de um especialista em dor, para receber um diagnóstico assertivo e um plano de tratamento elaborado para o quadro de dor específico de cada paciente. Isso pode incluir inclusive um tratamento integrado, combinando profissionais das áreas de fisioterapia, psicologia, educação física e outras áreas, de acordo com as necessidades específicas do paciente.

Se você acredita se enquadrar em um quadro de dor crônica, agende uma consulta particular comigo.

Tem problemas ortopédicos que podem prejudicar diretamente a mobilidade de uma pessoa. Também conhecido como pé chato, o pé plano é um excelente exemplo. Caracteriza-se por uma diminuição do arco plantar. Assim, quando a pessoa está com o pé na superfície, a sola do pé está em contato total com o solo.

Quando a criança é muito pequena, ainda bebê, a sola do pé é reta, sem a curvatura que a impede que o pé encoste todo no chão. Essa curva, chamada de arco plantar, desenvolve-se lentamente e deve estar totalmente formada aos seis anos de idade. No entanto, algumas crianças, principalmente por fatores genéticos, não desenvolvem o arco plantar e terminam com o "pé chato".

Essa situação não causa muito dano à pessoa no início, mas ao longo dos anos podem se desenvolver complicações dependendo de quão curvado é o pé. Um problema potencial é a tendinite, que é causada principalmente pelo esforço. Mas essas lesões podem ser evitadas com exercícios de fortalecimento ou, simplesmente, andar descalço. É importante consultar um médico especialista para analisar cada caso.

Pessoas com pés chatos tendem a pisar "para dentro" (pisada pronada), o que pode levar o a entorses ao longo do tempo. Em casos mais graves, a área do tornozelo pode ser tão exigida que pode ocorrer inflamação e inchaço, causando dor intensa.

Em geral, a intervenção médica torna-se necessária quando há muita calosidade, dor ou quando a condição progride, por exemplo, no caso de coalizões tarsais, quando dois ossos da parte superior do pé se unem em um feixe ósseo, causando dor e encurtamento dos tendões. Sem tratamento, pode progredir até o ponto em que até andar se torna difícil.

Mulheres mais velhas e com pouca massa muscular podem ter um risco de morte 63 vezes maior do que mulheres com mais de 65 anos sem essa condição física, revela estudo da Universidade de São Paulo (USP). Para os homens, a taxa de mortalidade pode ser 11,4 vezes maior.

Os estudos começaram em 2005 e envolveram um grupo de 1.025 idosos. As análises mostraram que a baixa massa muscular indicava um desenvolvimento deficiente. A ausência de músculos pode ser um marcador de que o indivíduo está mais frágil.

A perda generalizada e progressiva de massa muscular associada ao envelhecimento é conhecida como sarcopenia. A redução da força e da massa muscular estão associadas a efeitos adversos a curto e longo prazo. Os indivíduos acometidos podem apresentar dificuldades como: carregar algum objeto ou peso; para caminhar pequenas distâncias, por exemplo, dentro do próprio quarto; levantar-se da cadeira sem apoio e para subir degraus. Muitas vezes, essas alterações vão se manifestando de forma paulatina, sendo despercebidas por paciente e familiares visualizando algumas limitações maiores como típicas da idade.  A sarcopenia está relacionada a vários comprometimentos da saúde que se estendem desde quedas e fraturas à comprometimento cognitivo, com alterações da memória e quadros depressivos, incapacidade para as atividades de vida diária. Principalmente quando combinada à osteoporose, a sarcopenia pode aumentar a vulnerabilidade dos idosos, tornando-os mais propensos a quedas, fraturas e outros traumas físicos. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, essa condição ocorre em 46% dos indivíduos com mais de 80 anos. É preciso ficar atentos a essa perda de massa muscular, orientar o paciente, reabilitá-lo e preveni-lo, adotando uma dieta rica em proteínas e exercícios físicos de resistência e musculação.

Dr. Marcelo Cruz é Ortopedista e traumatologista.
Membro ABTPé e SBOP.
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